Júlio Posenato

Referência em Pesquisa Arquitetônica​

Manifestação do CAU/RS (“Incentivo à produção e pesquisa em Arquitetura e Urbanismo, 21 dez. 2018. Disponível em: https://www.caurs.gov.br/incentivo-a-producao-e-pesquisa-em-arquitetura-e-urbanismo/):

A paixão pela arquitetura se manifesta de diversas maneiras, assim como sua prática profissional. Para alguns, desenvolver projetos é uma grande realização. Para outros, pesquisar arquitetura é o fascínio que move sua produção. Assim é para Júlio Posenato, arquiteto e urbanista que, apesar de nunca ter sido professor, tem muito a ensinar.

Júlio Posenato é autor de “Pesquisando arquitetura” (1ª edição: Porto Alegre: Corag – CAU/RS,  216, 408 p. Il. formato 21 x 26 cm) e “Pesquisando arquitetura: manual de procedimentos” (2ª edição: Porto Alegre: Exclamação, 420 páginas, formato e-book, (Amazon) [ver formato]).

Na 1ª edição, o Conselho Editorial do CAU/RS assim se manifestou (página 4):

autor faz um gesto generoso ao compartilhar sua rica experiência profissional com seus pares. Ele relata todas as variedades de técnicas de levantamentos, complementadas com dicas, ilustradas para não permitir dúvidas. Mais do que um livro para ser lido uma vez, é um manual para consulta permanente, uma obra de referência.

Referência em Arquitetura da Imigração Italiana​ no Rio Grande do Sul

Júlio Posenato despertou a atenção para a arquitetura da imigração italiana. Suas publicações, além de pioneiras, são reconhecidas, nos meios técnicos e acadêmicos, como a referência no assunto. Ele desenvolveu critérios de análise e classificação, fruto de seu trabalho de 50 anos de pesquisa de campo (percorrendo o território de inúmeros municípios do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Espírito Santo e das Regiões do Norte da Itália), documentando descritiva e fotograficamente, realizando levantamentos arquitetônicos e estudando a documentação correlata (centenas de obras), observando, selecionando e analisando os dados coletados, com muita dedicação, estudo comparativo, reflexões e redação de textos.

 

Arquiteta Professora Maria Isabel Filippon

(“ A casa do imigrante italiano, a linguagem do espaço de habitar”. Dissertação de Mestrado em Letras e Cultura Regional na Universidade de Caxias do Sul, 2007. Disponível em: <http://docplayer.com.br/54681620-Universidade-de-caxias-do-sul-maria-isabel-filippon.html>):

Cita Júlio Posenato 153 vezes, reconhece-o como “pioneiro no estudo da habitação [do] imigrante italiano” e adota suas conceituações e classificação de períodos.

 

Arquiteta Marilei Elisabete Piana Giordani

(“Por trás dos parreirais: embates da paisagem cultural vinícola e a urbanização: Vale dos Vinhedos / Bento Gonçalves / RS”. Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Faculdade de Arquitetura  ‒ Programa de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional ‒ PROPUR. Disponível em: <https://lume.ufrgs.br/handle/10183/90447>):

A arquitetura da imigração italiana foi registrada por Posenato (POSENATO, Júlio. A Arquitetura da imigração italiana. Porto Alegre: EST/EDUCS, 1983) em seus detalhes construtivos e materiais utilizados, tornando-se uma obra de referência quando se menciona a arquitetura da imigração italiana no Rio Grande do Sul.

 

Revista Live

(21 de dezembro de 2012. Disponível em: <http://revistalive.com.br/reportagem/Lugar+incomum%3A+Pedras+que...de...e.../7>), afirma, referindo-se à imigração italiana:

 [...] o arquiteto Júlio Posenato, referência no assunto.

 

Franciele Camila da Silva e Carla Farias Souza da Costa

(“Residência Meneghetti: um estudo de caso da arquitetura da imigração italiana em Caxias do Sul”. Disponível em:, anexo 005):

A análise dos dados do diário teve como referência teórica a obra Arquitetura da imigração italiana no Rio Grande do Sul (1983), de Júlio Posenato. Através do registro em diário de campo, entrevista com a família e das análises a partir de Posenato (1983), foi possível lançar um novo olhar sobre mais um exemplar da arquitetura popular do imigrante, anda existente na paisagem caxiense.

 

 Kenia Maria Menegotto Pozenato (que não possui parentesco com Júlio Posenato) e Loraine Slomp Giron

(“100 anos de comunicação: os meios de comunicação na Região Colonial Italiana no Rio Grande do Sul”. Disponível em: <http://www.pucrs.br/edipucrs/encontrosalcarrs20072008.pdf>):

 O trabalho de Júlio Posenato, Arquitetura da imigração italiana no Rio Grande do Sul [...].

A obra constitui um marco na historiografia gaúcha.

 

Arquiteto Renato Menegotto

(“Cultura arquitetônica italiana na construção de residências em Porto Alegre: 1892-1930”. Tese de doutorado em história, PUC-RS. Disponível em: <http://repositorio.pucrs.br/dspace/handle/10923/3876>):

A obra de Júlio Posenato, Arquitetura da imigração italiana no Rio Grande do Sul, de 1983, constitui-se em edição ímpar de sistematização de dados sob essa abordagem.

 

Arquiteta Josiane P. Talamin

(“Reabilitação de conjuntos históricos rurais através do turismo: o roteiro Caminhos de Pedra em Bento Gonçalves/RS”. Dissertação de Mestrado no PROPAR/UFRGS. Disponível em: <https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/107530/000941316.pdf?sequence=1&isAllowed=y>):

O livro de Júlio Posenato, Arquitetura da imigração italiana no Rio Grande do Sul, responsável por contribuições primordiais sobre a forma de morar do imigrante italiano.

 

Suelen Miglioranza

(“Arquitetura e paisagem da imigração italiana na zona rural de Antônio Prado”. Disponível em: <https://www.essearquitetura.com.br/arquivos_projetos/Arquitetura_e_paisag.pdf>).

Baseia seu texto nas análises e classificações das obras de Júlio Posenato, que é citado 43 vezes:

“buscou-se fundamentações teóricas, principalmente dos estudos de Posenato" (1983).

 

Arquiteta Roberta Rech

(“As casas de madeira de Antônio Prado: o redesenho como prática de pesquisa histórica em arquitetura”. Tese de Doutorado na Universitat Politècnica de Catalunya, Espanha. Disponível em: <https://enanparq2016.files.wordpress.com/2016/09/s27-04-rech-r.pdf>).

Faz diversas citações a Júlio Posenato, e afirma que “os projetos expostos a seguir são aproximações feitas a partir de desenhos apresentados por Júlio Posenato”.

 

Arquiteto Yago Panarotto Scortegagna

(“Revistalização e requalificação da rota das salamarias – Marau – RS”. Trabalho de conclusão de curso de arquitetura e urbanismo na Escola de Arquitetura e Urbanismo do IMED – Faculdade Meridional. Disponível em: <https://www.imed.edu.br/Uploads/YAGO%20PANAROTTO%20SCORTEGAGNA.pdf>),

Cita 13 vezes Júio Posenato e adota a sua classificação para os períodos da arquitetura da imigração italiana.

 

Cristiane L. Thies e Denise de Souza Saad

(Respectivamente aluna e professora de Mestrado Profissionalizante em Patrimônio Cultural. “O uso do tijolo caracterizando a arquitetura da Quarta Colônia da imigração italiana no Rio Grande do Sul”. Disponível em: <https://even3.blob.core.windows.net/anais/67733.pdf>).

Utilizam a classificação de Júlio Posenato para os períodos da arquitetura da imigração italiana.

 

Janete Rotta Antunes e Rosane Maria Lanzer

(Respectivamente, geóloga e mestre em turismo, e docente do Mestrado em Turismo, da Universidade de Caxias do Sul. “A pedra basalto como atrativo turístico em roteiros temáticos para a Região da Uva e Vinho”. Disponível em: <ww.revistas.usp.br/rta/article/bview/63735>).

Citam por inúmeras vezes a obra de Júlio Posenato, “Arquitetura da imigração italiana no Rio Grande do Sul”, e afirmam:

 A pesquisa de campo empregou critérios para o diagnóstico dessas ocorrências, baseado em Posenato (1983).

 Quanto às características das ocorrências, observaram-se os seguintes itens: a) estrutura, na categoria casas de pedra foi identificado o tipo de parede de pedra, tomando como base o estudo feito por Posenato (1983) sobre a arquitetura italiana.

 

Marcos Vinicius de Lima, Thaísa Leal da Silva e Lauro André Ribeiro

(Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Faculdade Meridional (PPGARQ-IMED. “Arquitetura habitacional da .imigração italiana no Rio Grande do Sul: Tipologia na cidade de Arvorezinha/RS no início do século XX”. Disponível em: <file:///D:/GoogleDrive/Artigo_SAU_2018-ITALIANO_vf.pdf>).

Os autores adotam os períodos da arquitetura da imigração italiana, conforme estruturados por Júlio Posenato (1983, p. 74-97).

 

Amanda Schirmer de Andrade

(Dissertação de Mestrado na UFSM, “Inventário de exemplares arquitetônicos em madeira no Município de Chapada/RS: patrimônios de valor arquitetôico, histórico e cultural”. Disponível em: <https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/19672/DIS_PPGPC_2019_ANDRADE_AMANDA.pdf?sequence=1&isAllowed=y>).

 Adota as características e a classificação de períodos de Júlio Posenato.

 

Ana Elísia da Costa

(Dissertação de Mestrado da FA UFRGS, “A evoluçãodo edifício industreial em Caxias do Sul: de 1880 a 1950”, disponível em: <https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/77820/000334011.pdf?sequence=1>).

Adota a classificação de Júlio Posenato para os períodos da arquitetura da imigração italiana, citando-o 29 vezes.

 

Claudete BoffBarbara Maria WyzykowskiJaqueline Petenon Smaniotto e Karine Perius Chartanovicz

(Curso de Arquitetura da URI Campus Santo Ângelo.“Uma identidade na arquitetura da imigração italiana: do Norte da Itália ao Sul do Brasil”. Disponível em: <http://omicult.org/emicult/anais/wp-content/uploads/2018/06/UMA-IDENTIDADE-NA-ARQUITETURA-DA-IMIGRA%C3%87%C3%83O-ITALIANA-DO-NORTE-DA-IT%C3%81LIA-AO-SUL-DO-BRASIL.pdf>).

Desenvolvem seu trabalho praticamente sobre a obra de Júlio Posenato, como se depreende das 18 citações no texto.

 

Bárbara Ribeiro Costa, Natália Biscaglia Pereira e Ângela do Valle

(Universidade Federal de Santa Catarina. “Casa rural italiana e da região de imigração no sul do Brasil”.  III CBCTEM ‒ Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia da Madeira ‒ Florianópolis, 2007).

Em 10 páginas, o documento cita 15 vezes as obras de Júlio Posenato, das quais extraem também imagens.

 

Ana Paula Marzari Venturini e Fernanda Peron Gaspary

(“O legado arquitetônico da imigração italiana no Rio Grande do Sul: o moinho Moro”. Disponível em: <https://periodicos.ufn.edu.br/index.php/disciplinarumALC/article/view/1826>).

Em 6 páginas, o documento cita Júlio Posenato 5 vezes,  adotando sua classificação de características e períodos.

 

Charlie Tecchio Conotetti, Pedro de Alcântara Bittencourt César e Carolina Peccin da Silva

(Mestando UCS, Doutor USP e Acadêmico UCS. “Formação da gastronomia como atratividade turística: análise dos Caminhos de Pedra (BG-RS) e Pinto Bandeira (RS)”. Disponivel em: <https://www.anptur.org.br/anais/anais/files/13/383.pdf>):

Para o reconhecimento de um tipo padrão, adota-se como referência a arquitetura da migração italiana e sua paisagem típica da Serra Gaúcha, como proposto por Posenato (1983).

Foram consideradas, fundamentalmente as pesquisas desenvolvidas por Posenato (1983) acerca da arquitetura da migração Italiana no Rio Grande do Sul.

 

Arquiteta Liana Fontana

(“Inventário na Linha 21 de Abril: cenários da paisagem e da arquitetura”, trabalho apresentado na Universidade de Caxias do Sul).

O documento cita 30 vezes a obra de Júlio Posenato, como base especialmente para a classificação das características das edificações que fazem parte do referido núcleo.

 

Assessoria de Comunicação Social da Casa das Artes (Bento Gonçalves)

(“Roteiros culturais virtuais abrem a semana nacional dos Museus em Bento”. Disponível em:<http://difusora890.com.br/roteiros-culturais-virtuais-abrem-a-semana-nacional-dos-museus-em-bento/>):

O principal referencial utilizado nesse primeiro roteiro, é o livro “Arquitetura da imigração italiana no Rio grande do Sul”, de Júlio Posenato.

 

Wikipedia

(“Arquitetura colonial italiana no Rio Grande do Sul”. Disponível em: <https://www.wikiwand.com/pt/Arquitetura_colonial_italiana_no_Rio_Grande_do_Sul>).

 O documento faz 15 citações a Júlio Posenato.

 

Arq. Glauco Assumpção Pechalski

(“O museu do pão: arquitetura, cultura, lugar”. Dissertação de mestrado em Arquitetura e Urbanismo, UFP. Disponível em: <file:///D:/GoogleDrive/Glauco%20Assump%C3%A7%C3%A3o%20Pachalski_Dissertacao.pdf>).

O documento adota as classificações de Júlio Posenato, que é citado 17 vezes.

 

Danúbia Otobelli

(“A Herança dos tijolos”: O Florense, 21 dez. 2018. Disponível em: <https://www.jornaloflorense.com.br/variedade/arquivo-o-florense/5/a-heranca-dos-tijolos/279?fbclid=IwAR3N1aKYt-tMvfxRtgMUTT49kPAp76pgeIELTIIy34RWcABy2fq30J23hpA>).

Em 6 páginas, o documento faz 5 citações de textos de Júlio Posenato.

 

Matheus José Rigon, Camila Fujita e Christiane Martins Scherer

(Respectivamente, UNOCHAPECÓ, FAU-PUCRS e UNOCHAPECÓ. “Extensão universitária e preservação do patrimônio edificado? Intervenções na região da Secretaria de Desenvolvimento Regional de Seara – SC.” Disponível em: <https://www.unochapeco.edu.br/static/data/portal/downloads/2538.pdf>).

O documento faz 6 citações de textos de Júlio Posenato.

Referência em arquitetura da imigração italiana no Espírito Santo

A obra de Júlio Posenato é, da mesma forma, referência para a arquitetura da imigração italiana no Espírito Santo.

 

Leandro Fidelis

(“Polentão ganha nova Vila Italiana em Venda Nova do Imigrante” Disponível em: <https://www.montanhascapixabas.com.br/index-guia.php?x=materia&codItem=8771&codArea=4>):

A vila cenográfica italiana do Centro de Eventos Padre Cleto Caliman, o “Polentão”, em Venda Nova do Imigrante, começa a ser refeita em alvenaria a partir da próxima segunda-feira [...] De acordo com Sônia, foram dois anos de pesquisa, tendo como fonte técnica o livro do arquiteto Júlio Posenato, especialista no estudo da arquitetura dos imigrantes italianos no Brasil.

 

Simone Zamprogno Scalzer e Patrícia Falco Genovez, mestrandas na UFES

(“A configuração urbana e identidade italiana em Santa Teresa/ES”. Disponível em: <http://www.encontro2012.mg.anpuh.org/resources/anais/24/1340386975_ARQUIVO_SCALZER_A_configuracao_urbana.pdf>).

Seu texto faz inúmeras menções à publicação de Júlio Posenato (Arquitetura da Imigração Italiana, no Espírito Santo).

 

Professor José Lazaro Celin (Universidade Federal do Espírito Santo)

(“Imigração italiana no Espírito Santo: aspectos históricos e sinais contemporâneos”. Disponível em: <file:///D:/GoogleDrive/11436-Texto%20do%20artigo-36787-1-10-20200223.pdf>),

Faz diversas citações e Júlio Posenato e adota seus critérios de classificação.

 

Arq. Cintia Miua Maruyama e Arq.  Leandro Carlos Fernandes

(Docentes, respectivamente, da UCEFF e UFPR. “Tradição da arquitetura rural no sul e sudeste: do século XVI ao XX”. Disponível em: <file:///D:/GoogleDrive/99-1-371-1-10-20150902%20(5).pdf>).

 Em 15 páginas, o documento faz 10 citações a Júlio Posenato.

 

Marco Antonio Minozzo Gabriel e Ivilyn Weigert

(Professores da Faculdade de Arquitetura Mater Dei, Pato Branco. “Inventário da arquitetura ítalo-gaúcha em madeira como processo de educação patrimonial em Pato Branco”. Disponível em: <https://www.even3.com.br/anais/eventosicomos/60098-inventario-da-arquitetura-italo-gaucha-em-madeira-como-processo-de-educacao-patrimonial-em-pato--branco---pr/>).

O documento faz 7 citações a Júlio Posenato.

        

Ana Aparecida Barbosa Pereira

(FAU, UFRJ. “Aspectos da estrutura fundiária e sua importância na arquitetura rural do Sul do Espírito Santo.”. Disponível em: <https://www.docsity.com/pt/aspectos-da-estrutura-fundiaria-e-sua-importancia-na-arquitetura-rural-do-sul-do-espirito-santo/5002447/>).

O documento faz 8 citações a Júlio Posenato.

 

Arquiteta Aline Tessarolo Ruy

(“Museificação do território: experimentação conceitual em roteiro cultural no Espírito Santo”. Dissertação de Mestrado em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal do Espírito Santo. Disponível em: <http://portais4.ufes.br/posgrad/teses/tese_11051_Aline%20Tessarolo.pdf>).

Faz 15 citações ao livro de Júlio Posenato, “Arquitetura da imigração italiana no Espírito Santo”.

Referência em Viabilização do Turismo Rural​

Júlio Posenato viabilizou o turismo rural, através de sua obra “Caminhos de Pedra: Linha Palmeiro – Distrito São Pedro – Bento Gonçalves: projeto de resgate da Herança Cultural” (Disponível em: <http://ipurb.bentogoncalves.rs.gov.br/uploads/downloads/PD_Anexo_7.4_PE_Projeto_Cultural_Caminhos_de_Pedra_.PDF>).

Essa proposta provou os valores da arquitetura da imigração italiana, e é reconhecida como a que viabilizou o turismo rural, consagrando-se como modelo no Rio Grande do Sul e outros estados, conforme análises de professores universitários e outros profissionais que se dedicam ao tema.

 

Maurem Fronza da Silva e Joaquim Anécio Almeida,

(Professores da Universidade Federal de Santa Maria, em : “Turismo Rural: tendências e sustentabilidade”. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2002, p. 165 a 203).

Consideram o Projeto Caminhos de Pedra como um “parâmetro de implantação para diversas experiências” (p. 167-168):

O Projeto Caminhos de Pedra é um esforço deliberado em aproveitar as condições dadas pelo ambiente local e tendências externas para melhorar a vida do homem do campo via turismo.

[...]

A posição de pioneirismo em termos de Estado do Rio Grande do Sul, cujos dez anos de atividade converteram-no em parâmetro de implantação para diversas experiências e tornam possível entrever consequências futuras para processos em gestação.

 

Luiz Ernesto Brambatti

(Professor da Universidade Federal do Paraná, em :“Racionalização, cultura e turismo em meio rural na Serra Gaúcha”. Tese de Doutorado em Sociologia, UFRGS  Disponível em: <(https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/12117/000618620.pdf?sequence=1>):

Foi na década de 90 do século XX que um novo modelo de aproveitamento do patrimônio histórico-arquitetônico-cultural, para fins turísticos, começou a ser organizado em forma de circuito com a denominação de roteiro turístico em meio rural, inicialmente em Bento Gonçalves, com a idealização do roteiro turístico Caminhos de Pedra, em 1992, na localidade de São Pedro da Linha Palmeiro.

[...]

Este projeto logo se transformou em modelo de aproveitamento da identidade cultural e do patrimônio, de uma forma racional e planificada, para o desenvolvimento da atividade do turismo em meio rural.

 

João Zucaratto

(Jornalista, em:  “Caminhos de Pedra, na Serra Gaúcha, é um dos melhores roteiros de turismo do Brasil”. Disponível em: <https://www.turismoria.com.br/turismo-e-cia/caminhos-de-pedra-na-serra-gaucha-e-um-dos-melhores-roteiros-de-turismo-do-brasil/>).

O roteiro Caminhos de Pedra surge a partir de 1987, junto à pesquisa do acervo arquitetônico existente no interior do Município de Bento Gonçalves, feito por Júlio Posenato.

[...]

Caminhos de Pedra é dos poucos roteiros de turismo oferecidos no Brasil com características e condições para ser classificado como AAA — o triple A usado pelo mercado internacional para identificar produtos, serviços e soluções de qualidade e segurança realmente incontestáveis.

 Não é para menos! Desde sua criação, final da década de 1980, além do pioneirismo no setor, tornou-se referência para estudos como Arquiteturaempreendedorismo, gestão de atrativos, Turismo CulturalTurismo Rural e preservação de patrimônio histórico, dentre diversos outros.

 [...]

O conhecimento de Júlio Posenato sobre a história e realidade locais levou-o a definir uma solução de fácil implantação: roteiro ao longo do percurso, com paradas em atrativos criados de acordo com as tradições de cada uma das casas preservadas e integradas ao empreendimento.

Cada ponto de visitação seria especializado em um tipo de produto, impedindo a concorrência predatória entre eles. E todos comercializariam, além da produção própria, os itens dos parceiros. Assim, mesmo aqueles sem tempo de completar o circuito estariam bem atendidos.